É uma parte de São Miguel Paulista. Não conheço bem a região, ainda me perco em suas ruas, mas de vez em quando vou lá.
Minha menina, de Espanha me ligava e dizia que não era um lugar bonito. Eu não conhecia, mas hoje não concordo com ela; acho que tem sim muito charme.
Nas proximidades da área a que me refiro, no centro de São Miguel, há a capela, o que já dá ao bairro um ar clerical. No Curuçá, propriamente dito, há o que há em todos os bairros de periferia, mas, como diferencial, ali tem uns campos de futebol de várzea como no passado, que não se encontra em qualquer lugar e assistir a um bom jogo na várzea é um programaço pra quem curte uma bolinha.
Mas fora tudo o que o bairro guarda, tem ali meu coração e é isso que faz com que eu “me remexa muito” pra pegar estes caminhos que outrora eu não fazia e hoje com alegria faço.
Uma cidade se compõe desses pequenos lugarejos interligados menos por ruas, mas por pessoas que os habitam e fazem a história acontecer.